quinta-feira, 12 de maio de 2016

1001 maneiras de amar.

A melhor relação que tive. Se dantes tinha alguém que não me dava o suficiente, muito menos o que merecia, agora tenho alguém que me dá tudo.
Estou mais feliz que nunca. 

Voltei a criar expectativas de uma pessoa.
Voltei a amar.
Mas mesmo amando outra pessoa, nunca me esqueci das lições do passado. O amor próprio. A independêcia. A liberdade.
E querendo ou não, o amor está a prender-me. 
E o amor não compreende o meu desejo de independência. Gosto de voar. Gosto de fazer o que eu quero. Com respeito. Com regras. Com compromisso.
É difícil entender que amo, mas amo livremente?
1001 maneiras de amar. Todas diferentes e apenas alguns pontos coincidem. E eu amo. E mais que nunca tenho a certeza disso. Como não amar uma pessoa como tu?
Faço planos a dois. Um presente e um futuro. E do passado apenas se aproveitam as lições. As coisas a não repetir. No entanto, não vou voltar a perder o amor próprio. Eu continuo a ser uma pessoa individual. Os meus erros quero aprende-los por mim. Quero ser eu a errar e a aprender com isso. 
Com o passar do tempo tornei-me muito mais calma. Não me chateio com assuntos banais. Afinal de contas preferes ter razão ou preferes ser feliz?
Não é grave passa-se á frente. Fazer um furacão de confusões, de problemas para que?
A vida é demasiado curta para se perder tempo com parvoíces. 
Aproveito todos os momentos ao máximo. Mil pensamentos me passam pela cabeça quando estou contigo. Sorrio. Sorrio com vontade. Mais do que nunca.
Amo-te. Mas a minha maneira de te amar muitas vezes não te chega.

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